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CARLINHO FELIX e ELI SOARES lançam primeira canção do projeto Legado
29/02/2024 20:36 em Música

Single e clipe “Baião/Baião Eletrônico” (Legado)

 

A MK Music começou 2024 apresentando um projeto audiovisual especial e que foi preparado com muito carinho nos mínimos detalhes: Legado. Afinal, revisitar a história ativa várias emoções... Sim, homenagear artistas icônicos que não só escreveram, mas ainda deixam marcas no gospel nacional, é um dos objetivos. Porém, (re) apresentar canções icônicas às outras gerações se tornou uma das maiores motivações. Mas, com o desafio de reconstruir as canções mantendo a essência e compartilhando algo inovador. A banda Novo Som abriu a temporada. E, agora, o projeto passeia pela carreira de CARLINHOS FÉLIX, um dos fundadores do grupo Rebanhão, que revolucionou o segmento com muito pop-rock. A primeira faixa é “Baião/Baião Eletrônico”, com participação especial de Eli Soares.

 

Carlinhos Félix, além de cantor e compositor, é multi-instrumentista e produtor também. Começou sua carreira como baixista da banda Sinal Verde, em 1979. Mas, logo em seguida formou o Rebanhão. Porém, deixou o grupo em 1991 para dedicar-se à carreira solo. “Eu fiquei muito honrado com o convite e extasiado com o formato. A proposta de mudar tudo e contextualizar foi um desafio e tanto, mas também um grande barato. Montamos repertório com canções icônica, mas com uma mensagem atemporal! E para abrir fizemos esse mashup de ‘Baião’, lançada originalmente pelo Rebanhão (1981), com ‘Baião Eletrônico’, pela banda Azul (1988)! De quebra, o querido Eli Soares imprime toda sua musicalidade. Está totalmente 2024!!! Meu desejo é que todas as gerações, todos que amam realmente música e de qualidade curtam muito!!”, compartilha

 

 

O Legado foi idealizado pela própria presidente da gravadora, Marina de Oliveira, que cuidou de todos os detalhes. Inclusive, participando criativamente da produção musical e novos arranjos, além de idealizar o cenário. “O projeto nasceu do nosso desejo de honrar artistas desbravadores que ajudam (e ajudam) a construir o que hoje é a música gospel brasileira, quebrando barreiras, independente de fazerem parte do nosso cast. Além de mostrar à nova geração canções que são imortais!”, compartilha Marina de Oliveira.

 

 

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